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Minas registra média de sete assassinatos por dia em 2025

Redação22 de janeiro de 20264min0
Handsome man actor posing in studio with weapon
Estado teve 2.663 mortes violentas no ano, segundo dados do Ministério da Justiça, apesar de queda em relação a 2024

Minas Gerais registrou 2.663 mortes violentas em 2025, o que representa uma média de sete assassinatos por dia no estado.

Os dados, divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e atualizados até 18 de janeiro, reúnem casos de homicídio doloso, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Apesar da redução de 12,46% em relação a 2024, Minas segue como o quinto estado com mais registros desse tipo no país.

Queda acompanha cenário nacional

A redução observada em Minas segue a tendência registrada em todo o Brasil. Em 2025, o país contabilizou 34.086 mortes violentas. No ano anterior, o número havia sido maior, com 38.374 casos.

Segundo o Ministério da Justiça, este foi o quinto ano consecutivo de queda nos assassinatos em nível nacional, indicando um movimento de retração que vem se mantendo desde 2021.

Capitais e grandes cidades concentram os casos

As mortes violentas se concentram principalmente nos municípios mais populosos de Minas Gerais. Belo Horizonte aparece no topo do ranking estadual, com 318 assassinatos registrados ao longo do ano.

Na sequência estão Betim, com 110 casos, Contagem, com 104, Governador Valadares e Ribeirão das Neves, ambas com 86 registros. Uberlândia, Araguari, Santa Luzia, Divinópolis e Juiz de Fora completam a lista das dez cidades com mais ocorrências.

Série histórica mostra redução contínua

Os dados apontam que, entre 2021 e 2025, o Brasil manteve uma trajetória de queda nas mortes violentas. Em comparação com 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, a redução acumulada é de cerca de 25%.

O maior número da série histórica foi registrado em 2017, quando o país superou a marca de 60 mil assassinatos. Após esse pico, os índices caíram em 2018 e 2019, voltaram a subir em 2020 e passaram a diminuir novamente nos anos seguintes.

Especialista aponta fatores para queda

Para o professor Rafael Alcadipani, da Fundação Getúlio Vargas e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mudanças no comportamento das facções criminosas ajudam a explicar a redução dos números.

Segundo ele, a diminuição de disputas por território reduziu confrontos entre grupos rivais. O pesquisador também cita ações do poder público e políticas de segurança adotadas nos últimos anos como fatores que contribuem para o cenário atual.

Fonte: aQui

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